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O que é ALBRÁS?

Se o atual ciclo econômico está cansado, vamos encarar outro, mais condizente com as atuais necessidades sociais

Albrás- Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais do Brasil, é uma associação cooperativista, inserida no NOVO CICLO ECONÔMICO, que entende o lucro como atividade financeira a serviço da comunidade onde atua, e não pactuando com o capitalismo explorador, globalizado, opressor dos menos favorecidos.
Este novo ciclo econômico, ajustado à ecodemocracia, ou seja, uma democracia orgânica, de baixo para cima, busca resgatar a verdadeira função do Capital entre os humanos, livre do pejo assustador de doutrinas política exóticas, completamente ultrapassadas porque utópicas.
Nada contra capitalistas, pois sem amparo financeiro não há desenvolvimento nem progresso. Isto é factual; o dinheiro tem de servir à comunidade, mas não oprimi-la!
Os objetivos da Albrás estão configurados na lógica aplicação dos recursos advindos contribuição associativa, os quais se destinarão a:
I-Defender os interesses comuns de seus associados em todas  as múltiplas atividades 
II-Pugnar pela harmonia no comércio, junto a usuários, empresários  e profissionais, no âmbito de sua atuação.
III-Estabelecer diretrizes e contratos com entidades afins visando objetivos meramente estatutários, para o progresso constante das classes defendidas pela Associação.
IV-Contatar diretamente com o SPC-Serviço de Proteção ao Crédito para ampliação do serviço entre seus associados
V-Firmar parceria com cooperativas de consumo e crédito, buscando facilitar a vida de seus associados, especialmente no campo de operações de crédito, quando pugnará por juros reais, diferentemente do sistema bancário utilizado pelos grandes bancos.
VI-Exercer constante atuação a favor de fiscalização em torno de produtos de consumo, pugnando pela lisura e aprimoramento ecotoxicológico de todos os itens necessários que se destinem à população, assim como os referentes às normas de qualidade junto a ABNT.
VII-Acompanhar e aconselhar trabalhos que visem a legalidade comercial e empresarial, assim como a conservação e embelezamento de ruas, praças, estradas, jardins, monumentos e sítios de beleza notável, conforme listados no Código Civil, com estrita obediência à Constituição Federal, de 1988.
VIII-Reunir subsídios que ajudem a população em seus aspectos de trabalho e lazer
IX-Ajudar a combater o desperdício de artigos, alimentos, estabelecendo campanha de reciclagem e outras.
X-Colaborar, de forma intensiva que  possam ajudar efetivamente com programas de saúde pública, saneamento básico e combate à  poluição sob  múltiplos aspectos.
XI-Dentro do Estado de Direito, colaborar com normas jurídicas indispensáveis à estabilidade econômica e  social do país, com especial atenção aos aspectos defendidos pelos Estatutos dos Idosos, da Juventude, das Mulheres e das Crianças, com vistas a fortalecer o sentido cívico dos cidadãos
XII-Manter cursos de artes, artesanato e profissionais para seus associados e pessoas interessadas.
XIII-Firmar convênios com entidades médicas ou planos de saúde para os associados
XIV-Pactuar com empresa seguradora visando assegurar previdência privada aos associados.
XV- Estabelecer convênio com produtores de alimentos saudáveis, ou arrendar terras com esta finalidade.
XVI –Instituir  o cartão corporativo para os associados, quando gozarão de descontos  nas compras ou serviços
XVII- Estabelecer um Balcão de Empregos
XVIII-Firmar convênio com despachantes, visando obtenção de passaportes e facilitação em viagens
XVIX – Firmar parcerias com  programas de habitação a fim de cooperar na entrega de moradias populares
XX- Estabelecer convênios com clubes de lazer
XXI-Montar banco de dados para produtos de outros estados, além de importados e firmar convênios para exportação
XXII-Colaborar extensivamente  com todos os municípios brasileiros para que a federação
lhes destine maior fatia na distribuição do bolo tributário
XXIII-Patrocinar a cultura e artes em geral, mediante publicações e exposições de artes, saraus musicais  e extensa divulgação cultural.
XXIV-firmar convênios com  creches para filhos dos associados, ou instituí-las, na medida de recursos, ou com participação de outras entidades.
XXV-buscar difundir e ensinar a língua brasileira –TUPI- nas escolas municipais, estaduais, bem como através de cursos.
XXVI-incentivar e buscar a prática de todas modalidades esportivas.
XXVII-pugnar pelo ensino filosófico-religioso em escolas, bem como em cursos particulares, visando a formação moral dos cidadãos.
XXVIII- estabelecer a Escola de Civismo.
Nota Importante: Em qualquer tempo, outras finalidades serão acrescentadas, de acordo com Assembleia Geral dos associados.
É preciso vontade, fôlego, atrevimento, ingredientes que poderão fazer a sociedade avançar paulatinamente para colocar o Capital dentro das prioridades coletivas, sem desprezar, obviamente, o retorno (lucro), razoavelmente equilibrado, com o que estaremos assumindo VERDADEIRAMENTE a responsabilidade social e perseguindo o desenvolvimento verde, ou seja, cauteloso, sustentável, como fora recomendado pela RIO 92: “pensar globalmente, agir localmente”. Somente desta maneira estaremos ajudando o meio-ambiente e construindo um futuro sereno, equilibrado ecologicamente, para nossos descendentes.

FAÇA CONTATO, AJUDE ALBRÁS A AJUDAR VOCÊ!


AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA – amefundacao@gmail.comamefundacao@uol.com.brpaioli@estadao.com.br – 11-4703-2636 – 4614-7828 – 97235-3005
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Ecopolítica, solução para desenvolvimento correto

Associação Cooperativista defende Pátria com:
Civismo, Cidadania, Liberdade Econômica e Ecodemocracia!

O Brasil possui várias formas associativas, conforme os  Códigos Civil e Comercial, porém, uma específica para driblar dificuldades, sob o novo ciclo econômico, e propiciar civismo, cidadania, liberdade econômica, ecodemocracia, além de  responsabilidade sócio-ambiental  e atender  reivindicações comunitárias, somente esta projetada pela Ame Fundação Mundial de Ecologia, após 40 anos de estudos e pesquisas, se oferece à população brasileira.
Há uma infinidade de associações de lojistas/usuários, nos principais shopping centers do país, com objetivos apenas dirigidos à satisfação dos consumidores, enquanto fidelizados. Nada além de uma retórica pitoresca!
Entendem economistas mais avançados que uma associação cooperativista, sob o novo ciclo econômico, poderá secundar ações comunitárias de amplo espectro e proporcionar ganhos com o fim de estabelecer satisfação de grupos sociais, quer em qualidade de vida, como freando o sinistro avanço da violência, que está destruindo a Vida!
Quem possui pouco, materialmente, e se encontra desestruturado psico-profissionalmente, procura avançar em quem, mercê de trabalho e condições educativas, conseguiu juntar bens e posição social.
Com base em estudos comportamentais e políticos (o que é redundante!), economistas severamente preocupados com esta temática, moldaram o perfil do NOVO CICLO ECONÕMICO, sem copiar, evidentemente, os pruridos da cartilha de Karl Marx, pois este debita toda desigualdade social e exploração dos trabalhadores à mera figura do Capital, como se fosse realmente a causa de todos os males.
Se perguntarmos aos  economistas chineses atuais eles responderão, com certeza, que o Capital nada mais é do que um instrumento destinado à humanização do trabalho, com reflexos, óbvios, no bem-estar da comunidade, assumindo, assim, indiretamente, condenação aos marxistas.
A Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais do Brasil –ALBRÁS-, que Ame Fundação Mundial de Ecologia apresenta  é a chave para conquistas citadinas, perseguindo variantes de difícil solução por parte da administração pública, tanto municipal como estadual ou federal.
Os objetivos do anteprojeto estatutário atingem plenamente tudo quanto uma associação cooperativista pode fazer pela redenção da economia política brasileira e chegam ao civismo ético/moral ecopolítico.

 OBJETIVOS PROPOSTOS
I-Defender os interesses comuns de seus associados em todas  as múltiplas atividades 
II-Pugnar pela harmonia no comércio, junto a usuários, empresários  e profissionais, no âmbito de sua atuação.
III-Estabelecer diretrizes e contratos com entidades afins visando objetivos meramente estatutários, para o progresso constante das classes defendidas pela Associação.
IV-Contatar diretamente com o SPC-Serviço de Proteção ao Crédito para ampliação do serviço entre seus associados
V-Firmar parceria com cooperativas de consumo e crédito, buscando facilitar a vida de seus associados, especialmente no campo de operações de crédito, quando pugnará por juros reais, diferentemente do sistema bancário utilizado pelos grandes bancos.
VI-Exercer constante atuação a favor de fiscalização em torno de produtos de consumo, pugnando pela lisura e aprimoramento ecotoxicológico de todos os itens necessários que se destinem à população, assim como os referentes às normas de qualidade junto à ABNT.
VII-Acompanhar e aconselhar trabalhos que visem a legalidade comercial e empresarial, assim como a conservação e embelezamento de ruas, praças, estradas, jardins, monumentos e sítios de beleza notável, conforme listados no Código Civil, com estrita obediência à Constituição Federal, de 1988.
VIII-Reunir subsídios que ajudem a população em seus aspectos de trabalho e lazer
IX-Ajudar a combater o desperdício de artigos, alimentos, estabelecendo campanha de reciclagem e outras.
X-Colaborar, de forma intensiva que  possam ajudar efetivamente com programas de saúde pública, saneamento básico e combate à  poluição sob  múltiplos aspectos.
XI-Dentro do Estado de Direito, colaborar com normas jurídicas indispensáveis à estabilidade econômica e  social do país, com especial atenção aos aspectos defendidos pelos Estatutos dos Idosos, da Juventude, das Mulheres e das Crianças, com vistas a fortalecer o sentido cívico dos cidadãos
XII-Manter cursos de artes, artesanato e profissionais para seus associados e pessoas interessadas.
XIII-Firmar convênios com entidades médicas ou planos de saúde para os associados
XIV-Pactuar com empresa seguradora visando assegurar previdência privada aos associados.
XV- Estabelecer convênio com produtores de alimentos saudáveis, ou arrendar terras com esta finalidade.
XVI –Instituir  o cartão corporativo para os associados, quando gozarão de descontos  nas compras ou serviços
XVII- Estabelecer um Balcão de Empregos
XVIII-Firmar convênio com despachantes, visando obtenção de passaportes e facilitação em viagens
XVIX – Firmar parcerias com  programas de habitação a fim de cooperar na entrega de moradias populares
XX- Estabelecer convênios com clubes de lazer
XXI-Montar banco de dados para produtos de outros estados, além de importados e firmar convênios para exportação
XXII-Colaborar extensivamente  com todos os municípios brasileiros para que a federação
lhes destine maior fatia na distribuição do bolo tributário
XXIII-Patrocinar a cultura e artes em geral, mediante publicações e exposições de artes, saraus musicais  e extensa divulgação cultural.
XXIV-firmar convênios com  creches para filhos dos associados, ou instituí-las, na medida de recursos, ou com participação de outras entidades.
XXV-buscar difundir e ensinar a língua brasileira –TUPI- nas escolas municipais, estaduais, bem como através de cursos.
XXVI-incentivar e buscar a prática de todas modalidades esportivas.
XXVII-pugnar pelo ensino filosófico-religioso em escolas, bem como em cursos particulares, visando a formação moral dos cidadãos.

Contato para novas ideias, sugestões ou apoio:
AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA – amefundacao@gmail.comamefundacao@uol.com.brpaioli@estadao.com.br

 telefones 11-4703-2636 – 4614-7828 – 97235-3005 – 97376-3404
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Economia brasileira agoniza

Não tenhamos pressa, até 2100, daqui 86 anos,  o foco será outro!
Queixam-se FIESP e CNI, além de entidades patronais, de trabalhadores e dos inúmeros economistas de plantão, os quais analisam friamente os números da economia brasileira.
O desânimo é geral, frente às trapalhadas impostas ou adotadas pelos que receberam procuração do povo brasileiro para administrar corretamente as contas públicas, e se encontram desanimados ante à ameaça de crescimento da inflação e dos juros bancários.
E as coisas andam assim às cambalhotas, desde 1889, não é, evidentemente, fruto das dificuldades atuais, começaram no século XIX, mas a população, incipiente, dos velhos tempos, não via senão parcas virtudes nos que comandaram e comandam, até hoje, o mais vital setor administrativo da federação, que é a economia.
Planos e estratégias são montados, quase todos os dias, sem sucesso, a não ser que pagamos cada vez mais caros os alimentos, os alugueres, os juros, os combustíveis e tudo mais que necessitamos para continuarmos vivos.
Economistas são chamados à realidade, simpósios e congressos são realizados permanentemente para encontrar uma saída lógica, que nos afaste dos prognósticos sombrios dos anos futuros, havendo vaticínios empolgantes quanto ao futuro, que será esplêndido, lá por volta de 2.100. Falta pouco, pois, apenas 86 anos!
Assim explicita o economista Roberto Romano, quanto ao imbróglio econômico em que vivemos: “Precisamos entender que está acabado um ciclo econômico onde as possibilidades de crescimento da produção em massa estão saturadas”.
Em poucas palavras, Romano repete as previsões do Clube de Roma, na década de 70, quando aconselhava “crescimento zero por algumas décadas”. Nada se fez, ninguém acreditou, deu no que deu!
Uma nova providência começa a ser provada na China, mas em âmbito restrito, porém. Não imaginaram, ainda, os chineses, que a comunidade deve ser convocada para que o novo ciclo econômico se realize plenamente.
Explosão demográfica & industrialização constituem, há muito tempo, entraves para o crescimento saudável sustentavelmente, além de poder atender os reclamos comunitários em torno do mais básico, qual seja, saúde, educação, segurança e habitação.
Estas justas –justíssimas- reivindicações sociais que constituem obrigação do Estado (nação, governo estadual e também municipal) padecem de investimentos, ou seja, de Capital, difícil de ser conseguido e aplicado nos meios exigíveis.
Como atender tudo e todos, através de impostos e tributos, estrategicamente dimensionados, de cima para baixo?
A resposta, clara e límpida, está no novo ciclo econômico, que aconselha união de todos para o mesmo fim. Somente cooperativas e associações cooperativistas podem realizar este novo milagre econômico, mas será necessário vencer o imobilismo empresarial e a incompreensão em torno de objetivos, com o que estaremos vacinados contra intempéries cíclicas das tormentosas crises que vem por aí.
Estamos dando os primeiros passos para lograrmos êxito nesta nova concepção político-administrativa, através da ação ecopolítica, quando se criarão entidades como Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais do Brasil, cuja sigla, ALBRÁS, terá como mérito reunir pessoas decentes moral e eticamente com a finalidade de subsidiar ações comunitárias quase que impossíveis de serem realizadas apenas pela administração pública.
Talvez não devamos esperar, pois, 86 anos, para o salto firme em direção a objetivos de um desenvolvimento sustentável com justiça social de verdade!
O projeto inédito de constituição da ALBRÁS, por parte desta Fundação, está de acordo com o que pensam os que ainda conseguem raciocinar com vistas à fortificação da economia comunitária e engrandecimento da Pátria, que é o lar de todos nós.
Será enviado aos que conseguirem compreender a frase de Romano, os vaticínios do Clube de Roma, e o exponencial novo ciclo econômico. Basta solicitar a
AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA – www.ecologia.org.bramefundacao@gmail.comamefundacao@uol.com.brpaioli@estadao.com.br  - telefones 11-4703-2636 – 4614-7828 – 97235-3005 – 97376-3404

Se puder e tiver interesse real na solução de todos angustiantes problemas nacionais, ajude a divulgar este arquivo.
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Crescimento verde: inicio de um novo ciclo econômico

China aposta numa economia popular e sai na frente!

A economia verde pode oferecer possibilidades para driblar as crises, se imaginarmos a alternativa para que a tecnologia seja um BEM PÚBLICO e um fator de bem-estar social, recuperando o protagonismo dos trabalhadores e de suas aspirações.
A National Development and reform comission, organismo de programação econômica chinesa sob controle do Conselho de Estado, em 23 de julho, anunciou um plano quinquenal com dez pontos, contendo  medidas para encorajar as empresas privadas a investir nos setores emergentes da economia verde.
Fala-se de economia energética, novas tecnologias de informações, biotecnologias, produção de aparelhos de altas faixas, energias renováveis, novos materiais, produção de veículos com energia alternativa.
Junto a novas regras para  empresas privadas  que regulamentam e facilitam  acesso aos capitais de investimento, o público deve ser empenhado a encorajar as empresas e os capitais privados e participar de busca e programas nacionais de industrialização, demonstrando claramente que a China quer ser a “fabrica do mundo” não só para produções de baixo custo, mas nos setores de valores altos, onde entende afirmar ser líder nas inovações.
Segundo definição atual, economia verde quer dizer atividades   que produzem bens e serviços para medir, limitar, minimizar e corrigir danos ambientais produzidos na água, no ar, no solo e nos ecossistemas em geral. Compreende as energias renováveis, novos materiais e novas técnicas construtoras que possam reduzir os consumos de energia e riscos ambientais. Explica o economista Roberto Romano: “Se trata de entender que está acabado um ciclo econômico, que as possibilidades de crescimento da produção em massa, estão saturadas”.
CHINA E NOVO CICLO ECONOMICO
A 4ª sessão anual da 11ª CCPPCh (Conferência Consultiva Política do Povo Chinês) organizou  uma entrevista coletiva intitulada "Aceleração da transformação do modelo de desenvolvimento econômico e promoção do desenvolvimento científico". Os comissários da CCPPCh responderam a perguntas dos jornalistas relacionadas à reforma de empresas nacionais, elevação dos preços, entre outros temas.
O economista chinês Li Yining atribuiu a inflação chinesa em 2010 a vários fatores. Disse que as elevações da taxa de reserva pelo Banco Central da China são efetivas e fortes. Segundo o economista, alguns fatores externos são incontroláveis, como é o caso da alta do preço do petróleo e das mudanças climáticas. Mas, acredita Li Yining, a taxa de inflação pode ser controlada internamente dentro da meta prevista.
Na coletiva de imprensa da sessão anual da APN (Assembleia Popular Nacional) da China realizada à tarde, o diretor da Comissão Nacional para o Desenvolvimento e a Reforma da China, Zhang Ping, esclareceu que o 12º Plano Quinquenal prioriza políticas sociais que têm por objetivo melhorar a vida da população de forma que todos possam compartilhar os êxitos do desenvolvimento vivido pelo país.
Segundo Zhang Ping, os planos quinquenais do passado se preocuparam com o crescimento econômico porque o país tinha necessidades emergenciais por comida e roupa. Agora que a China tem uma boa base material, é hora de atender às demandas sociais. O plano cita metas e exigências sobre emprego, distribuição de renda, serviços públicos, educação, entre outros.
BRASIL, SEMPRE ATRASADO
Enquanto Europa, África, Américas, incluindo Brasil, apenas matutam o que fazer para  contornar crises, asiáticos, especialmente  chineses, pensam  “dar a volta por cima” e caminham direcionados ao novo ciclo econômico enquanto,  aqui, os tupiniquins imaginam estar ainda no século XX!
Na década de  20, nipônicos reverteram a tendência monolítica, criando cooperativas, e provaram que realmente a união faz a força, algo que chineses querem experimentar para continuar liderando o mundo econômico.
A cri ação de uma associação cooperativista do tipo ALBRÁS, no Brasil, demonstra que nem tudo está perdido e que as oportunidades reais  para evitar transtornos comerciais reside, exatamente, num projeto autêntico, inédito sob todos os aspectos, como este ideado pela Ame Fundação Mundial de Ecologia.
No anteprojeto do estatuto da Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais do Brasil –ALBRÁS- está o germe da verdadeira revolução verde, ou seja, um tipo de desenvolvimento sustentável com absoluta justiça social porque reúne fragmentos econômicos de todos para o fim comum e este fim comum torna-se forte aliado ao combate às deformidades sociais que faz os  miseráveis mais pobres e exponencialmente castelões e nababos os que já são ricos de bens materiais!


Telefones: 11- 4703-2636 – 4614-7828 – cel. 97235-3005.
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NOVO CICLO ECONÔMICO

Será possível produzir, vender, consumir, gerando lucro para todos?
A resposta está no associativismo cooperativista, o
NOVO CICLO ECONÔMICO (imunizado do atual ciclo)
Os que leem, mas não digerem, não compreendem esta fantástica transformação para barrar a inflação e apaziguar a Pátria.
                                                             *****
Para vencer a inflação, o Capital tem agora um poderoso aliado, além de democrático, citadino e também ético: o Associativismo. Basta conhecê-lo integralmente e fazer com que o volume de arrecadação de muitos seja aplicado igualmente para muitos, dentro dos objetivos que estipulamos no anteprojeto da Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais.
Evidentemente, esta associação terá a incumbência de compatibilizar-se no ciclo econômico recente e marchar para  o desenvolvimento sustentável não meramente pictórico, mas respaldado no encadeamento sócio-econômico-ecológico-cultural com méritos previsíveis para que a fraternidade não seja apenas palavra folclórica e a justiça social atinja toda a comunidade, tal qual pensam economistas de vanguarda aqui descritos, independentemente dos pruridos que ainda vicejam, após a redemocratização, iniciada em 1985.
A economia não estaciona, é dinâmica na trajetória em que busca ativar tanto as fontes produtoras e o escambo. O tempo de cada um cuidar  apenas de prosperar sozinho, impedindo o progresso coletivo e imaginar o recrudescimento de ideologias macabras como fascismo, nazismo, comunismo e anarquismo  chegou ao fim.
Hoje, para vencer isolado está cada vez mais difícil, razão pela qual surgem modelos econômicos absolutamente democráticos inseridos na fraternidade, através do cooperativismo e do associativismo.
Cooperativismo e Associativismo não fazem apologia de nenhuma regime ou modelo político, fora do Capitalismo, pois ninguém é absurdamente tolo a ponto de negar que o sistema capitalista funciona –e como!- se bem administrado. No final, pode fazer desaparecer a horrível argumentação que contestadores ousaram para marcar este fator preponderante com a  alcunha de capitalismo selvagem.
Conceito de ciclo econômico
O conceito de Ciclo econômico refere-se às flutuações da atividade econômica, a longo prazo. O ciclo envolve uma alternância de períodos de crescimento relativamente rápido do produto (recuperação e prosperidade), com períodos de relativa estagnação ou declínio (contração ou recessão).
Os ciclos econômicos são caracterizados por um movimento de um grande número de atividades econômicas e não somente pelo movimento de uma única variável, tal como o PIB real, embora essas flutuações são geralmente medidas em termos de variação do Produto Nacional (PIB ou PNB). Schumpeter em 1939, definiu quatro fases para um ciclo econômico: (1) boom; (2) recessão; (3) depressão; (4) recuperação.Embora os ciclos econômicos se repitam, e caracterizados por períodos de expansão e contração da atividade econômica, não necessariamente periódicos. Por sua vez, são um fenômeno que ocorrem em economias de mercado.
Ciclos econômicos, natureza e crise do capitalismo
Os marxistas defendem que as flutuações econômicas no capitalismo seriam em gerais cíclicas, próprio da dialética do sistema capitalista, onde os fatores que geram o boom semeiam também o declínio, vice-versa, sucessivamente. O ciclo econômico refere-se então às flutuações recorrentes e periódicas da atividade econômica a longo prazo, determinadas pela variação do nível de lucro dos empresários e de investimento na expansão ou reposição do estoque de capital.
As análises marxistas sempre tiveram como base os esquemas de reprodução, desenvolvidos como um conjunto de modelos matemático-econômicos por Karl Marx nos tomos de O Capital para explicar o funcionamento da acumulação e circulação do capital entre setores de uma economia capitalista. Os ciclos resultavam nas possibilidades no sistema capitalista de desequilíbrios inter-setoriais, de crise de realização da produção e de manifestação da tendência de longo prazo à queda da taxa de lucro. Um conjunto de autores econômicos marxistas ou sob inspiração marxista se debruçaram sob o tema, tais como, PreobrajenskiRosa Luxemburgo, KaleckiTugan Baranovski , Isaac Rubin e Lênin.
“Definición de un Ciclo Económico
Por Leonardo Péres y  Elizabeth Jiménez
En la economía mundial se han experimentado diferentes periodos de Oscilaciones (Ciclos económicos), los cuales se ven representadas en una crisis o en una estabilidad económica, es así que se ha visto la necesidad de un análisis detallado del comportamiento de la alza o baja de la actividad económica.
De acuerdo con Burns y Mitchell, “un ciclo económico consiste en expansiones que ocurren aproximadamente al mismo tiempo en muchas actividades económicas, seguidas de recesiones, contracciones y recuperaciones generales similares que se consolidan en la fase de expansión del ciclo siguiente. Esta secuencia de cambios se repite, pero no de forma periódica. Con respecto a la duración, los Ciclos económicos varían de mas de un año a 10 ó 12 años.” Dicho en otras palabras, una recesión es una disminución significativa del nivel agregado de la actividad económica que dura más de unos pocos meses y una expansión es un aumento sostenido del nivel de actividad.
Para mayor claridad de esta definición, podemos abordar que con el fin de establecer nuevos argumentos teóricos sobre los Ciclos económicos. Citamos a Paúl A. Samuelson dando explicación referente a un ciclo económico “es una oscilación de la producción, la renta y el empleo de todo un país, que suele durar entre 2 y 10 años y que se caracteriza por una expansión o contracción general de la mayoría de los sectores de la economía” . Por lo tanto, podemos decir que los Ciclos económicos se definen como: las fluctuaciones de diferentes variables macroeconómicas en las distintas ramas de la economía de un país. Estas oscilaciones abarcan periodos de tiempo indefinido en donde se puede presentar una contracción o expansión de la misma”.
NOTA IMPORTANTE: este novo ciclo econômico, balizado como associativismo cooperativista tem por finalidade rearmar os picos entre produção, consumo e prestação de serviços, os quais, agregados,  passam a constituir formidável força econômica para o desenvolvimento sustentável com justiça social, isto é, reunir parcelas de todos para a mesma finalidade, qual seja, incentivar determinadas opções associativas que, por certo, atingirão objetivos de suma importância conforme assinalados no anteprojeto estatutário anexo. Trata-se, obviamente, de uma tarefa extremamente árdua, pois terá de juntar ingredientes científicos e tecnológicos dentro da economia política e definir uma campanha cívico-ética, profundamente moral, onde o Capital estará representando seu verdadeiro papel de gestor da fraternidade social.


ANTEPROJETO DE ESTATUTO SOCIAL
ASSOCIAÇÃO DE LOJISTAS, USUÁRIOS, EMPRESÁRIOS E PROFISSIONAIS DO BRASIL - ALBRÁS

CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS 
Art. 1º. A Associação, também designada pela sigla ALBRÁS, constituída em ... de ... de 2013, sob a forma de  associação, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, democrática e pluralista, com duração ilimitada, com sede provisória em..., podendo abrir sucursais em todas as cidades brasileiras.
Art. 2º.  A ALBRÁS tem por finalidades: 
I-Defender os interesses comuns de seus associados em todas  as múltiplas atividades 
II-Pugnar pela harmonia no comércio, junto a usuários, empresários  e profissionais, no âmbito de sua atuação.
III-Estabelecer diretrizes e contratos com entidades afins visando objetivos meramente estatutários, para o progresso constante das classes defendidas pela Associação.
IV-Contatar diretamente com o SPC-Serviço de Proteção ao Crédito para ampliação do serviço entre seus associados
V-Firmar parceria com cooperativas de consumo e crédito, buscando facilitar a vida de seus associados, especialmente no campo de operações de crédito, quando pugnará por juros reais, diferentemente do sistema bancário utilizado pelos grandes bancos.
VI-Exercer constante atuação a favor de fiscalização em torno de produtos de consumo, pugnando pela lisura e aprimoramento ecotoxicológico de todos os itens necessários que se destinem à população, assim como os referentes às normas de qualidade junto a ABNT.
VII-Acompanhar e aconselhar trabalhos que visem a legalidade comercial e empresarial, assim como a conservação e embelezamento de ruas, praças, estradas, jardins, monumentos e sítios de beleza notável, conforme listados no Código Civil, com estrita obediência à Constituição Federal, de 1988.
VIII-Reunir subsídios que ajudem a população em seus aspectos de trabalho e lazer
IX-Ajudar a combater o desperdício de artigos, alimentos, estabelecendo campanha de reciclagem e outras.
X-Colaborar, de forma intensiva que  possam ajudar efetivamente com programas de saúde pública, saneamento básico e combate à  poluição sob  múltiplos aspectos.
XI-Dentro do Estado de Direito, colaborar com normas jurídicas indispensáveis à estabilidade econômica e  social do país, com especial atenção aos aspectos defendidos pelos Estatutos dos Idosos, da Juventude, das Mulheres e das Crianças, com vistas a fortalecer o sentido cívico dos cidadãos
XII-Manter cursos de artes, artesanato e profissionais para seus associados e pessoas interessadas.
XIII-Firmar convênios com entidades médicas ou planos de saúde para os associados
XIV-Pactuar com empresa seguradora visando assegurar previdência privada aos associados.
XV- Estabelecer convênio com produtores de alimentos saudáveis, ou arrendar terras com esta finalidade.
XVI –Instituir  o cartão corporativo para os associados, quando gozarão de descontos  nas compras ou serviços
XVII- Estabelecer um Balcão de Empregos
XVIII-Firmar convênio com despachantes, visando obtenção de passaportes e facilitação em viagens
XVIX – Firmar parcerias com  programas de habitação a fim de cooperar na entrega de moradias populares
XX- Estabelecer convênios com clubes de lazer
XXI-Montar banco de dados para produtos de outros estados, além de importados e firmar convênios para exportação
XXII-Colaborar extensivamente  com todos os municípios brasileiros para que a federação
lhes destine maior fatia na distribuição do bolo tributário
XXIII-Patrocinar a cultura e artes em geral, mediante publicações e exposições de artes, saraus musicais  e extensa divulgação cultural.
XXIV-firmar convênios com  creches para filhos dos associados, ou instituí-las, na medida de recursos, ou com participação de outras entidades.
XXV-buscar difundir e ensinar a língua brasileira –TUPI- nas escolas municipais, estaduais, bem como através de cursos.
XXVI-incentivar e buscar a prática de todas modalidades esportivas.
XXVII-pugnar pelo ensino filosófico-religioso em escolas, bem como em cursos particulares, visando a formação moral dos cidadãos.
Parágrafo Único. A ALBRÁS  não distribui entre os seus associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e os aplica integralmente na consecução do seu objetivo social.
IMPORTANTE
Será uma organização eminentemente POLÍTICA, na verdadeira acepção do vocábulo, mas não POLÍTICO-PARTIDÁRIA, isto é, estará voltada para questões eminentemente sociais, que, em suma, são questões políticas e consequentemente econômicas.
Não será permitido a qualquer dirigente exercer qualquer cargo político-partidário, nem apoiará ostensivamente NENHUM CANDIDATO  a cargo eletivo, pois os objetivos sociais estão acima de questões partidárias.
A Associação estará praticando POLÍTICA ECONÕMICA, isto é, movendo-se a favor de seus associados em geral, os quais, evidentemente, poderão estar atrelados a organizações político-partidárias, mas a Associação, em Si, não fará jogo de partidarismos, fica proibida, pelo Estatuto em praticar o interesse das legendas de partidos.
A POLÍTICA da Associação é sua própria vida, ou seja, desenvolver um trabalho SOCIAL a favor dos seus componentes, beneficiando, com isto, toda a sociedade dos municípios onde ela estiver atuando.
Trata-se de um conjunto de atividades a favor da comunidade, estabelecendo regras fixas ideais de um comércio, ou prestação de serviços, com altivez, independência e profunda honestidade quanto a produtos e serviços.
Por este motivo, a Associação inscreverá associados, além de proprietários de qualquer tipo de loja, usuários (comumente clientes),empresários de vários setores de atividade, e profissionais livres ou estabelecidos.
Responsabilidade Social de Verdade!
Um jeito ecológico, e ecopolítico, de fazer política econômica às claras, para o desenvolvimento com justiça social, independentemente das ações  governamentais
Fala-se  constantemente em responsabilidade social, desenvolvimento sustentável, preservacionismo, meio  ambiente etc, mas na verdade o que se pode  encontrar, sem contrapartidas, é a acumulação de riquezas por certos grupos que movimentam excessiva soma de dinheiro, através de entidades, quer civis, patronais, ou mesmo religiosas.
A genuína responsabilidade social deve – precisa- estar atrelada, em primeiro lugar, à ética e, consequentemente, à moral dos que lideram certos “movimentos” que visam, na maior calma possível, e  contrariando toda legislação existente, o enriquecimento ilícito.
Vejam-se casos de “associações  e certos sindicatos” onde grupos encastelam-se no poder e que, com raríssimas exceções, fazem a vida à custa da fluente arrecadação, sem nenhuma cerimônia!
Os estatutos de certas entidades são absolutamente vazios no que tange à responsabilidade social, eis que analisando seus objetivos, não se depara com nenhum ítem pertinente à propaganda (enganosa) que fazem, na fúria insana de um enriquecimento temporal, pois nada levarão na  hora da final trajetória.
Todas estas variantes foram devidamente sopesadas quando da preparação de um anteprojeto COMPLETAMENTE diferente de tudo quanto existente, não só no Brasil ou nas Américas, mas no MUNDO TODO!

FAÇA CONTATO -  DIVULGUE

AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA –amefundacao@gmail.comamefundacao@uol.com.br gazetadecotia@uol.com.brcontato@gazetadecotia.com.br – 11-4703-2636 – 4614-7828 – 97235-3005-  97376-3404
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VAMOS LUTAR JUNTOS?

Você está  cansado de apanhar, ter prejuízos, e ver o seu negócio afundando lentamente?
Pense bem: quando  você se isola, fica falando sozinho, não pode expandir e permanece sem nenhuma perspectiva de lucro. Para conter toda esta lamúria, que destrói  o seu capital e provoca descrédito na economia nacional,  só há um remédio.
Sabe qual é?
Associar-se, isto mesmo, fazer parte de uma associação tipo cooperativa, pois foi assim que a CAC-Cooperativa Agrícola de Cotia venceu todas as barreiras e chegou a ter agências em vários países.
O associativismo é  uma grande força, tal qual o  cooperativismo e, para isto,  estamos convidando você lojista, usuário (cliente), empresário ou profissional, de qualquer área, a ingressar na ALUEPRO-Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais da Região Oeste da Grande São Paulo, cuja sede provisória será em Cotia.
Nada de associação “fechada”, sem rumos e sem objetivos. Os objetivos da ALUEPRO constam do anteprojeto do estatuto social, entre os quais, você terá vários direitos: 1- assistência constante de gabaritados profissionais em várias áreas; 2-serviço de cadastros, pelo SPC; 3-convênios com Cooperativas de Consumo e também de Crédito, visando, além de alimentos, taxa de juro mais baixas que o sistema convencional; 4-convênio com hospitais e planos de saúde legítimos. 5-convênio com  entidades que administrem cursos profissionais, além de artes e artesanato; 6-departamento de fiscalização de produtos comestíveis, com vistas aos exames ecotoxicológicos, montando uma barreira contra disruptores endócrinos; 7-participar de grupos de reciclagem de várias gamas de produtos; 8-ajudar a administração pública com observância dos direitos constantes nos códigos de idosos, mulheres e crianças; 9-colaborar extensivamente no embelezamento da cidade e conservação dos bens públicos conforme Código Civil brasileiro; 10-estabelecer convênio com seguradoras a fim de criar uma carteira de previdência social complementar; 11-estabelecer parcerias com produtores de alimentação sadia, e mais, muito mais, que você descobrirá assim que se filiar.
O que está esperando?
Faça contato com gente experiente, as equipes de Ame Fundação Mundial de Ecologia e Gazeta de Cotia, através dos telefones 11-4703-2636 – 4614-7828 -97235-3005 – 97376-3404.

LEMBRE-SE: A UNIÃO FAZ A FORÇA, O PODER, E APRESENTA O RESULTADO!

ALUEPRO não estará ligada a nenhum grupo político-partidário. Isto é fundamental para o sucesso dos objetivos


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GAZETA DE COTIA, APÓS 39 ANOS DE INTENSAS CAMPANHAS A FAVOR DA COMUNIDADE APRESENTA

ANTEPROJETO DE ESTATUTO SOCIAL
ASSOCIAÇÃO DE LOJISTAS, USUÁRIOS, EMPRESÁRIOS E PROFISSIONAIS DE COTIA E REGIÃO

CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS 
Art. 1º. A Associação também designada pela sigla ALUEPC, constituída em 20 de novembro de 2013, sob a forma de  associação, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, democrática e pluralista, com duração ilimitada, com sede provisória em COTIA, foro na mesma CIDADE, na rua Nicolau Espinosa Linhares, 118-CEP 06700-146-centro , Cotia, podendo abrir sucursais em todas as cidades da região Oeste da Grande São Paulo e expandir para outras cidades do país.
Art. 2º.  A ALUEPC tem por finalidades: 
I-Defender os interesses comuns de seus associados em todas  as múltiplas atividades 
II-Pugnar pela harmonia no comércio, junto a usuários, empresários  e profissionais, no âmbito de sua atuação.
III-Estabelecer diretrizes e contratos com entidades afins com objetivos meramente estatutários, visando o progresso constante das classes defendidas pela Associação.
IV-Contatar diretamente com o SPC-Serviço de Proteção ao Crédito para ampliação do serviço entre seus associados
V-Firmar parceria com cooperativas de consumo e crédito, buscando facilitar a vida de seus associados, especialmente no campo de operações de crédito, quando pugnará por juros reais, diferentemente do sistema bancário utilizado pelos grandes bancos.
VI-Exercer constante atuação a favor de fiscalização em torno de produtos de consumo, pugnando pela lisura e aprimoramento ecotoxicológico de todos os itens necessários que se destinem à população, assim como referentes às normas de qualidade junto a ABNT.
VII-Acompanhar e aconselhar trabalhos que visem a legalidade comercial e empresarial, assim como a conservação e embelezamento de ruas, praças, estradas, jardins, monumentos e sítios de beleza notável, conforme listados no Código Civil, com estrita obediência à Constituição Federal, de 1988.
VIII-Reunir subsídios que ajudem a população em seus aspectos de trabalho e lazer
IX-Ajudar a combater o desperdício de artigos, alimentos, estabelecendo campanha de reciclagem e outras.
X-Colaborar, de forma intensiva que  possam ajudar efetivamente com programas de saúde pública, saneamento básico e combate à  poluição sob  múltiplos aspectos.
XI-Dentro do Estado de Direito, colaborar com normas jurídicas indispensáveis à estabilidade econômica e  social do país, nos aspectos defendidos pelos Estatutos dos Idosos, da Juventude, das Mulheres e das Crianças, com vistas a fortalecer o sentido cívico dos cidadãos
XII-Manter cursos de artes, artesanato e profissionais para seus associados e pessoas interessadas.
XIII-Firmar convênios com entidades médicas ou planos de saúde para os associados
XIV-Pactuar com empresa seguradora visando assegurar previdência privada aos associados.
Parágrafo Único. A ALUEPC não distribui entre os seus associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e os aplica integralmente na consecução do seu objetivo social.
A ASSOCIAÇÃO DE LOJISTAS, USUÁRIOS, EMPRESÁRIOS E PROFISSIONAIS DE COTIA E REGIÃO recebe sugestões, de minuto a minuto, para que o nome seja ampliado para atender toda a região.

Eis uma valiosa sugestão, recém chegada de vários pontos de nossa região, que visa estender o leque de abrangência, mudando a denominação para:

Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais da  Região Oeste da RMSP

Será uma organização eminentemente POLÍTICA, na verdadeira acepção do vocábulo, mas não POLÍTICO-PARTIDÁRIA, isto é, estará voltada para questões eminentemente sociais, que, em suma, são questões políticas.
Não será permitido a qualquer dirigente exercer qualquer cargo político-partidário, nem apoiará ostensivamente NENHUM CANDIDATO  a cargos eletivos, pois os objetivos sociais estão acima de questões partidárias.
A Associação estará praticando POLÍTICA CERTA, isto é, movendo-se a favor de seus associados em geral, os quais, evidentemente, poderão estar atrelados a organizações político-partidárias, mas a Associação, em Si, não fará jogo de partidarismos, fica proibida, pelo Estatuto em praticar o interesse das legendas de partidos.
A POLÍTICA da Associação é sua própria vida, ou seja, desenvolver um trabalho SOCIAL a favor dos seus componentes, beneficiando, com isto, toda a sociedade dos municípios onde ela estiver atuando.
Trata-se de um conjunto de atividades a favor da comunidade, estabelecendo regras fixas ideais de um comércio, ou prestação de serviços, com altivez, independência e profunda honestidade quanto a produtos e serviços.
Por este motivo, a Associação inscreverá associados, além de proprietários de qualquer tipo de loja, usuários (comumente clientes),
empresários de vários setores de atividade, e profissionais livres ou estabelecidos.
MUNICÍPIOS
Estão compreendidos na Região Oeste da Grande São Paulo os seguintes municípios: OSASCO, CARAPICUIBA, BARUERI, JANDIRA, ITAPEVI, SANTANA DO PARNAÍBA, PIRAPORA DO BOM JESUS, COTIA, VARGEM GRANDE PAULISTA, EMBU DAS ARTES, TABOÃO DA SERRA, ITAPECERICA DA SERRA E JUQUITIBA.

GAZETA  DE COTIA – 4703-2636 e 4614-7828-celular 11-97235-3005
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