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Crescimento verde: inicio de um novo ciclo econômico

China aposta numa economia popular e sai na frente!

A economia verde pode oferecer possibilidades para driblar as crises, se imaginarmos a alternativa para que a tecnologia seja um BEM PÚBLICO e um fator de bem-estar social, recuperando o protagonismo dos trabalhadores e de suas aspirações.
A National Development and reform comission, organismo de programação econômica chinesa sob controle do Conselho de Estado, em 23 de julho, anunciou um plano quinquenal com dez pontos, contendo  medidas para encorajar as empresas privadas a investir nos setores emergentes da economia verde.
Fala-se de economia energética, novas tecnologias de informações, biotecnologias, produção de aparelhos de altas faixas, energias renováveis, novos materiais, produção de veículos com energia alternativa.
Junto a novas regras para  empresas privadas  que regulamentam e facilitam  acesso aos capitais de investimento, o público deve ser empenhado a encorajar as empresas e os capitais privados e participar de busca e programas nacionais de industrialização, demonstrando claramente que a China quer ser a “fabrica do mundo” não só para produções de baixo custo, mas nos setores de valores altos, onde entende afirmar ser líder nas inovações.
Segundo definição atual, economia verde quer dizer atividades   que produzem bens e serviços para medir, limitar, minimizar e corrigir danos ambientais produzidos na água, no ar, no solo e nos ecossistemas em geral. Compreende as energias renováveis, novos materiais e novas técnicas construtoras que possam reduzir os consumos de energia e riscos ambientais. Explica o economista Roberto Romano: “Se trata de entender que está acabado um ciclo econômico, que as possibilidades de crescimento da produção em massa, estão saturadas”.
CHINA E NOVO CICLO ECONOMICO
A 4ª sessão anual da 11ª CCPPCh (Conferência Consultiva Política do Povo Chinês) organizou  uma entrevista coletiva intitulada "Aceleração da transformação do modelo de desenvolvimento econômico e promoção do desenvolvimento científico". Os comissários da CCPPCh responderam a perguntas dos jornalistas relacionadas à reforma de empresas nacionais, elevação dos preços, entre outros temas.
O economista chinês Li Yining atribuiu a inflação chinesa em 2010 a vários fatores. Disse que as elevações da taxa de reserva pelo Banco Central da China são efetivas e fortes. Segundo o economista, alguns fatores externos são incontroláveis, como é o caso da alta do preço do petróleo e das mudanças climáticas. Mas, acredita Li Yining, a taxa de inflação pode ser controlada internamente dentro da meta prevista.
Na coletiva de imprensa da sessão anual da APN (Assembleia Popular Nacional) da China realizada à tarde, o diretor da Comissão Nacional para o Desenvolvimento e a Reforma da China, Zhang Ping, esclareceu que o 12º Plano Quinquenal prioriza políticas sociais que têm por objetivo melhorar a vida da população de forma que todos possam compartilhar os êxitos do desenvolvimento vivido pelo país.
Segundo Zhang Ping, os planos quinquenais do passado se preocuparam com o crescimento econômico porque o país tinha necessidades emergenciais por comida e roupa. Agora que a China tem uma boa base material, é hora de atender às demandas sociais. O plano cita metas e exigências sobre emprego, distribuição de renda, serviços públicos, educação, entre outros.
BRASIL, SEMPRE ATRASADO
Enquanto Europa, África, Américas, incluindo Brasil, apenas matutam o que fazer para  contornar crises, asiáticos, especialmente  chineses, pensam  “dar a volta por cima” e caminham direcionados ao novo ciclo econômico enquanto,  aqui, os tupiniquins imaginam estar ainda no século XX!
Na década de  20, nipônicos reverteram a tendência monolítica, criando cooperativas, e provaram que realmente a união faz a força, algo que chineses querem experimentar para continuar liderando o mundo econômico.
A cri ação de uma associação cooperativista do tipo ALBRÁS, no Brasil, demonstra que nem tudo está perdido e que as oportunidades reais  para evitar transtornos comerciais reside, exatamente, num projeto autêntico, inédito sob todos os aspectos, como este ideado pela Ame Fundação Mundial de Ecologia.
No anteprojeto do estatuto da Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais do Brasil –ALBRÁS- está o germe da verdadeira revolução verde, ou seja, um tipo de desenvolvimento sustentável com absoluta justiça social porque reúne fragmentos econômicos de todos para o fim comum e este fim comum torna-se forte aliado ao combate às deformidades sociais que faz os  miseráveis mais pobres e exponencialmente castelões e nababos os que já são ricos de bens materiais!


Telefones: 11- 4703-2636 – 4614-7828 – cel. 97235-3005.
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