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Economia brasileira agoniza

Não tenhamos pressa, até 2100, daqui 86 anos,  o foco será outro!
Queixam-se FIESP e CNI, além de entidades patronais, de trabalhadores e dos inúmeros economistas de plantão, os quais analisam friamente os números da economia brasileira.
O desânimo é geral, frente às trapalhadas impostas ou adotadas pelos que receberam procuração do povo brasileiro para administrar corretamente as contas públicas, e se encontram desanimados ante à ameaça de crescimento da inflação e dos juros bancários.
E as coisas andam assim às cambalhotas, desde 1889, não é, evidentemente, fruto das dificuldades atuais, começaram no século XIX, mas a população, incipiente, dos velhos tempos, não via senão parcas virtudes nos que comandaram e comandam, até hoje, o mais vital setor administrativo da federação, que é a economia.
Planos e estratégias são montados, quase todos os dias, sem sucesso, a não ser que pagamos cada vez mais caros os alimentos, os alugueres, os juros, os combustíveis e tudo mais que necessitamos para continuarmos vivos.
Economistas são chamados à realidade, simpósios e congressos são realizados permanentemente para encontrar uma saída lógica, que nos afaste dos prognósticos sombrios dos anos futuros, havendo vaticínios empolgantes quanto ao futuro, que será esplêndido, lá por volta de 2.100. Falta pouco, pois, apenas 86 anos!
Assim explicita o economista Roberto Romano, quanto ao imbróglio econômico em que vivemos: “Precisamos entender que está acabado um ciclo econômico onde as possibilidades de crescimento da produção em massa estão saturadas”.
Em poucas palavras, Romano repete as previsões do Clube de Roma, na década de 70, quando aconselhava “crescimento zero por algumas décadas”. Nada se fez, ninguém acreditou, deu no que deu!
Uma nova providência começa a ser provada na China, mas em âmbito restrito, porém. Não imaginaram, ainda, os chineses, que a comunidade deve ser convocada para que o novo ciclo econômico se realize plenamente.
Explosão demográfica & industrialização constituem, há muito tempo, entraves para o crescimento saudável sustentavelmente, além de poder atender os reclamos comunitários em torno do mais básico, qual seja, saúde, educação, segurança e habitação.
Estas justas –justíssimas- reivindicações sociais que constituem obrigação do Estado (nação, governo estadual e também municipal) padecem de investimentos, ou seja, de Capital, difícil de ser conseguido e aplicado nos meios exigíveis.
Como atender tudo e todos, através de impostos e tributos, estrategicamente dimensionados, de cima para baixo?
A resposta, clara e límpida, está no novo ciclo econômico, que aconselha união de todos para o mesmo fim. Somente cooperativas e associações cooperativistas podem realizar este novo milagre econômico, mas será necessário vencer o imobilismo empresarial e a incompreensão em torno de objetivos, com o que estaremos vacinados contra intempéries cíclicas das tormentosas crises que vem por aí.
Estamos dando os primeiros passos para lograrmos êxito nesta nova concepção político-administrativa, através da ação ecopolítica, quando se criarão entidades como Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais do Brasil, cuja sigla, ALBRÁS, terá como mérito reunir pessoas decentes moral e eticamente com a finalidade de subsidiar ações comunitárias quase que impossíveis de serem realizadas apenas pela administração pública.
Talvez não devamos esperar, pois, 86 anos, para o salto firme em direção a objetivos de um desenvolvimento sustentável com justiça social de verdade!
O projeto inédito de constituição da ALBRÁS, por parte desta Fundação, está de acordo com o que pensam os que ainda conseguem raciocinar com vistas à fortificação da economia comunitária e engrandecimento da Pátria, que é o lar de todos nós.
Será enviado aos que conseguirem compreender a frase de Romano, os vaticínios do Clube de Roma, e o exponencial novo ciclo econômico. Basta solicitar a
AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA – www.ecologia.org.bramefundacao@gmail.comamefundacao@uol.com.brpaioli@estadao.com.br  - telefones 11-4703-2636 – 4614-7828 – 97235-3005 – 97376-3404

Se puder e tiver interesse real na solução de todos angustiantes problemas nacionais, ajude a divulgar este arquivo.
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