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NOVO CICLO ECONÔMICO

Será possível produzir, vender, consumir, gerando lucro para todos?
A resposta está no associativismo cooperativista, o
NOVO CICLO ECONÔMICO (imunizado do atual ciclo)
Os que leem, mas não digerem, não compreendem esta fantástica transformação para barrar a inflação e apaziguar a Pátria.
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Para vencer a inflação, o Capital tem agora um poderoso aliado, além de democrático, citadino e também ético: o Associativismo. Basta conhecê-lo integralmente e fazer com que o volume de arrecadação de muitos seja aplicado igualmente para muitos, dentro dos objetivos que estipulamos no anteprojeto da Associação de Lojistas, Usuários, Empresários e Profissionais.
Evidentemente, esta associação terá a incumbência de compatibilizar-se no ciclo econômico recente e marchar para  o desenvolvimento sustentável não meramente pictórico, mas respaldado no encadeamento sócio-econômico-ecológico-cultural com méritos previsíveis para que a fraternidade não seja apenas palavra folclórica e a justiça social atinja toda a comunidade, tal qual pensam economistas de vanguarda aqui descritos, independentemente dos pruridos que ainda vicejam, após a redemocratização, iniciada em 1985.
A economia não estaciona, é dinâmica na trajetória em que busca ativar tanto as fontes produtoras e o escambo. O tempo de cada um cuidar  apenas de prosperar sozinho, impedindo o progresso coletivo e imaginar o recrudescimento de ideologias macabras como fascismo, nazismo, comunismo e anarquismo  chegou ao fim.
Hoje, para vencer isolado está cada vez mais difícil, razão pela qual surgem modelos econômicos absolutamente democráticos inseridos na fraternidade, através do cooperativismo e do associativismo.
Cooperativismo e Associativismo não fazem apologia de nenhuma regime ou modelo político, fora do Capitalismo, pois ninguém é absurdamente tolo a ponto de negar que o sistema capitalista funciona –e como!- se bem administrado. No final, pode fazer desaparecer a horrível argumentação que contestadores ousaram para marcar este fator preponderante com a  alcunha de capitalismo selvagem.
Conceito de ciclo econômico
O conceito de Ciclo econômico refere-se às flutuações da atividade econômica, a longo prazo. O ciclo envolve uma alternância de períodos de crescimento relativamente rápido do produto (recuperação e prosperidade), com períodos de relativa estagnação ou declínio (contração ou recessão).
Os ciclos econômicos são caracterizados por um movimento de um grande número de atividades econômicas e não somente pelo movimento de uma única variável, tal como o PIB real, embora essas flutuações são geralmente medidas em termos de variação do Produto Nacional (PIB ou PNB). Schumpeter em 1939, definiu quatro fases para um ciclo econômico: (1) boom; (2) recessão; (3) depressão; (4) recuperação.Embora os ciclos econômicos se repitam, e caracterizados por períodos de expansão e contração da atividade econômica, não necessariamente periódicos. Por sua vez, são um fenômeno que ocorrem em economias de mercado.
Ciclos econômicos, natureza e crise do capitalismo
Os marxistas defendem que as flutuações econômicas no capitalismo seriam em gerais cíclicas, próprio da dialética do sistema capitalista, onde os fatores que geram o boom semeiam também o declínio, vice-versa, sucessivamente. O ciclo econômico refere-se então às flutuações recorrentes e periódicas da atividade econômica a longo prazo, determinadas pela variação do nível de lucro dos empresários e de investimento na expansão ou reposição do estoque de capital.
As análises marxistas sempre tiveram como base os esquemas de reprodução, desenvolvidos como um conjunto de modelos matemático-econômicos por Karl Marx nos tomos de O Capital para explicar o funcionamento da acumulação e circulação do capital entre setores de uma economia capitalista. Os ciclos resultavam nas possibilidades no sistema capitalista de desequilíbrios inter-setoriais, de crise de realização da produção e de manifestação da tendência de longo prazo à queda da taxa de lucro. Um conjunto de autores econômicos marxistas ou sob inspiração marxista se debruçaram sob o tema, tais como, PreobrajenskiRosa Luxemburgo, KaleckiTugan Baranovski , Isaac Rubin e Lênin.
“Definición de un Ciclo Económico
Por Leonardo Péres y  Elizabeth Jiménez
En la economía mundial se han experimentado diferentes periodos de Oscilaciones (Ciclos económicos), los cuales se ven representadas en una crisis o en una estabilidad económica, es así que se ha visto la necesidad de un análisis detallado del comportamiento de la alza o baja de la actividad económica.
De acuerdo con Burns y Mitchell, “un ciclo económico consiste en expansiones que ocurren aproximadamente al mismo tiempo en muchas actividades económicas, seguidas de recesiones, contracciones y recuperaciones generales similares que se consolidan en la fase de expansión del ciclo siguiente. Esta secuencia de cambios se repite, pero no de forma periódica. Con respecto a la duración, los Ciclos económicos varían de mas de un año a 10 ó 12 años.” Dicho en otras palabras, una recesión es una disminución significativa del nivel agregado de la actividad económica que dura más de unos pocos meses y una expansión es un aumento sostenido del nivel de actividad.
Para mayor claridad de esta definición, podemos abordar que con el fin de establecer nuevos argumentos teóricos sobre los Ciclos económicos. Citamos a Paúl A. Samuelson dando explicación referente a un ciclo económico “es una oscilación de la producción, la renta y el empleo de todo un país, que suele durar entre 2 y 10 años y que se caracteriza por una expansión o contracción general de la mayoría de los sectores de la economía” . Por lo tanto, podemos decir que los Ciclos económicos se definen como: las fluctuaciones de diferentes variables macroeconómicas en las distintas ramas de la economía de un país. Estas oscilaciones abarcan periodos de tiempo indefinido en donde se puede presentar una contracción o expansión de la misma”.
NOTA IMPORTANTE: este novo ciclo econômico, balizado como associativismo cooperativista tem por finalidade rearmar os picos entre produção, consumo e prestação de serviços, os quais, agregados,  passam a constituir formidável força econômica para o desenvolvimento sustentável com justiça social, isto é, reunir parcelas de todos para a mesma finalidade, qual seja, incentivar determinadas opções associativas que, por certo, atingirão objetivos de suma importância conforme assinalados no anteprojeto estatutário anexo. Trata-se, obviamente, de uma tarefa extremamente árdua, pois terá de juntar ingredientes científicos e tecnológicos dentro da economia política e definir uma campanha cívico-ética, profundamente moral, onde o Capital estará representando seu verdadeiro papel de gestor da fraternidade social.


ANTEPROJETO DE ESTATUTO SOCIAL
ASSOCIAÇÃO DE LOJISTAS, USUÁRIOS, EMPRESÁRIOS E PROFISSIONAIS DO BRASIL - ALBRÁS

CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS 
Art. 1º. A Associação, também designada pela sigla ALBRÁS, constituída em ... de ... de 2013, sob a forma de  associação, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, democrática e pluralista, com duração ilimitada, com sede provisória em..., podendo abrir sucursais em todas as cidades brasileiras.
Art. 2º.  A ALBRÁS tem por finalidades: 
I-Defender os interesses comuns de seus associados em todas  as múltiplas atividades 
II-Pugnar pela harmonia no comércio, junto a usuários, empresários  e profissionais, no âmbito de sua atuação.
III-Estabelecer diretrizes e contratos com entidades afins visando objetivos meramente estatutários, para o progresso constante das classes defendidas pela Associação.
IV-Contatar diretamente com o SPC-Serviço de Proteção ao Crédito para ampliação do serviço entre seus associados
V-Firmar parceria com cooperativas de consumo e crédito, buscando facilitar a vida de seus associados, especialmente no campo de operações de crédito, quando pugnará por juros reais, diferentemente do sistema bancário utilizado pelos grandes bancos.
VI-Exercer constante atuação a favor de fiscalização em torno de produtos de consumo, pugnando pela lisura e aprimoramento ecotoxicológico de todos os itens necessários que se destinem à população, assim como os referentes às normas de qualidade junto a ABNT.
VII-Acompanhar e aconselhar trabalhos que visem a legalidade comercial e empresarial, assim como a conservação e embelezamento de ruas, praças, estradas, jardins, monumentos e sítios de beleza notável, conforme listados no Código Civil, com estrita obediência à Constituição Federal, de 1988.
VIII-Reunir subsídios que ajudem a população em seus aspectos de trabalho e lazer
IX-Ajudar a combater o desperdício de artigos, alimentos, estabelecendo campanha de reciclagem e outras.
X-Colaborar, de forma intensiva que  possam ajudar efetivamente com programas de saúde pública, saneamento básico e combate à  poluição sob  múltiplos aspectos.
XI-Dentro do Estado de Direito, colaborar com normas jurídicas indispensáveis à estabilidade econômica e  social do país, com especial atenção aos aspectos defendidos pelos Estatutos dos Idosos, da Juventude, das Mulheres e das Crianças, com vistas a fortalecer o sentido cívico dos cidadãos
XII-Manter cursos de artes, artesanato e profissionais para seus associados e pessoas interessadas.
XIII-Firmar convênios com entidades médicas ou planos de saúde para os associados
XIV-Pactuar com empresa seguradora visando assegurar previdência privada aos associados.
XV- Estabelecer convênio com produtores de alimentos saudáveis, ou arrendar terras com esta finalidade.
XVI –Instituir  o cartão corporativo para os associados, quando gozarão de descontos  nas compras ou serviços
XVII- Estabelecer um Balcão de Empregos
XVIII-Firmar convênio com despachantes, visando obtenção de passaportes e facilitação em viagens
XVIX – Firmar parcerias com  programas de habitação a fim de cooperar na entrega de moradias populares
XX- Estabelecer convênios com clubes de lazer
XXI-Montar banco de dados para produtos de outros estados, além de importados e firmar convênios para exportação
XXII-Colaborar extensivamente  com todos os municípios brasileiros para que a federação
lhes destine maior fatia na distribuição do bolo tributário
XXIII-Patrocinar a cultura e artes em geral, mediante publicações e exposições de artes, saraus musicais  e extensa divulgação cultural.
XXIV-firmar convênios com  creches para filhos dos associados, ou instituí-las, na medida de recursos, ou com participação de outras entidades.
XXV-buscar difundir e ensinar a língua brasileira –TUPI- nas escolas municipais, estaduais, bem como através de cursos.
XXVI-incentivar e buscar a prática de todas modalidades esportivas.
XXVII-pugnar pelo ensino filosófico-religioso em escolas, bem como em cursos particulares, visando a formação moral dos cidadãos.
Parágrafo Único. A ALBRÁS  não distribui entre os seus associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e os aplica integralmente na consecução do seu objetivo social.
IMPORTANTE
Será uma organização eminentemente POLÍTICA, na verdadeira acepção do vocábulo, mas não POLÍTICO-PARTIDÁRIA, isto é, estará voltada para questões eminentemente sociais, que, em suma, são questões políticas e consequentemente econômicas.
Não será permitido a qualquer dirigente exercer qualquer cargo político-partidário, nem apoiará ostensivamente NENHUM CANDIDATO  a cargo eletivo, pois os objetivos sociais estão acima de questões partidárias.
A Associação estará praticando POLÍTICA ECONÕMICA, isto é, movendo-se a favor de seus associados em geral, os quais, evidentemente, poderão estar atrelados a organizações político-partidárias, mas a Associação, em Si, não fará jogo de partidarismos, fica proibida, pelo Estatuto em praticar o interesse das legendas de partidos.
A POLÍTICA da Associação é sua própria vida, ou seja, desenvolver um trabalho SOCIAL a favor dos seus componentes, beneficiando, com isto, toda a sociedade dos municípios onde ela estiver atuando.
Trata-se de um conjunto de atividades a favor da comunidade, estabelecendo regras fixas ideais de um comércio, ou prestação de serviços, com altivez, independência e profunda honestidade quanto a produtos e serviços.
Por este motivo, a Associação inscreverá associados, além de proprietários de qualquer tipo de loja, usuários (comumente clientes),empresários de vários setores de atividade, e profissionais livres ou estabelecidos.
Responsabilidade Social de Verdade!
Um jeito ecológico, e ecopolítico, de fazer política econômica às claras, para o desenvolvimento com justiça social, independentemente das ações  governamentais
Fala-se  constantemente em responsabilidade social, desenvolvimento sustentável, preservacionismo, meio  ambiente etc, mas na verdade o que se pode  encontrar, sem contrapartidas, é a acumulação de riquezas por certos grupos que movimentam excessiva soma de dinheiro, através de entidades, quer civis, patronais, ou mesmo religiosas.
A genuína responsabilidade social deve – precisa- estar atrelada, em primeiro lugar, à ética e, consequentemente, à moral dos que lideram certos “movimentos” que visam, na maior calma possível, e  contrariando toda legislação existente, o enriquecimento ilícito.
Vejam-se casos de “associações  e certos sindicatos” onde grupos encastelam-se no poder e que, com raríssimas exceções, fazem a vida à custa da fluente arrecadação, sem nenhuma cerimônia!
Os estatutos de certas entidades são absolutamente vazios no que tange à responsabilidade social, eis que analisando seus objetivos, não se depara com nenhum ítem pertinente à propaganda (enganosa) que fazem, na fúria insana de um enriquecimento temporal, pois nada levarão na  hora da final trajetória.
Todas estas variantes foram devidamente sopesadas quando da preparação de um anteprojeto COMPLETAMENTE diferente de tudo quanto existente, não só no Brasil ou nas Américas, mas no MUNDO TODO!

FAÇA CONTATO -  DIVULGUE

AME FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA –amefundacao@gmail.comamefundacao@uol.com.br gazetadecotia@uol.com.brcontato@gazetadecotia.com.br – 11-4703-2636 – 4614-7828 – 97235-3005-  97376-3404
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